01 Agosto, 2009

Parenthood

Se as pessoas pensassem duas vezes antes de ter filhos, o mundo seria melhor.

Eu explico.

Não é que não goste de crianças, eu gosto das crianças legais, amo os filhos dos meus amigos (viu, Katie, viu Kaka?!)... mas falo isso pelas pessoas que acham que "deus ajuda" ou que ter condições financeiras é tudo.

Vamos à primeira leva: os que acreditam que se "dá um jeito", ou "deus ajuda". No Brasil, eu acho que não dá pra pensar assim. Infelizmente deus não paga conta de hospital, nem de farmácia, nem do supermercado. Muito menos colégio particular. E, sem uma estrutura razoável, não se cria filhos. No Sul a gente tem verão quentíssimo, inverno geladíssimo... é roupa de enfrentar a neve e aquecedor no inverno, ar condicionado e muito picolé no verão. Deus paga?!

À segunda leva: porque têm dinheiro, essa gente acha que um bom colégio e um bom plano de saúde resolvem tudo. Colégio tá lá pra ensinar português, matemática, ciências... educação se aprende em casa. Aprender a dividir, a respeitar, a tolerar, a conviver... Isso é pai e mãe que ensina. A escola não faz milagre.

Além disso, temos os problemas de todos. Pais mal resolvidos que esquecem que têm um filho por perto. Gente que não se ajuda, ou gente que não se importa com os outros. Sabe, colocou filho no mundo, vai ter que aguentar, vai ter que passar por cima de diferenças, vai ter que pensar duas vezes pra sempre.

Eu ainda fui criada numa época em que as pessoas esperavam casamentos para a vida toda, mas isso passou. Antes um casal separado, bem resolvido e feliz do que juntos infernizando os filhos. Virou crime agora usar os filhos menores de idade contra o outro cônjuge. Adianta isso na lei? É mais uma lei para ser ignorada.

Então, prudência é necessária; pensar duas vezes também. Preservem as crianças. Não é à toa que elas são prioridade em ordem de salvamento. Elas são o futuro desse país. E, em prazo mais curto, das suas próprias famílias.

26 Maio, 2009

Minha Casa o c*cete!

Me prestei a ir até a Caixa Econômica Federal hoje para ter certeza que o grande plano de habitação do governo não passava de falso alarde.  Depois de algumas simulações no hotsite do projeto "Minha Casa, Minha Vida", não tinha conseguido entender onde estavam as brilhantes vantagens oferecidas. O que facilitou:
* diminuição do valor de entrada
* prazo maior - 30 anos, em vez dos 20 de antigamente

O que piorou: o tal plano inflacionou a fu o mercado imobiliário e o que custava 60 ta custando 80, o que custava 80 ta custando 100 e os juros não baixaram para contrabalançar esta inflação.

Logo, está mais caro hoje comprar um imóvel do que há um ano ou dois.

Pra quem ficou bom? Pra quem tem renda bem pequena mesmo, até 6 salários mínimos. 

Quem ganha um pouco mais do que isso e não é muito pobre nem rico, se dá mal. Fica na zona de esquecimento; são aquelas pessoas que se viram sem dar dor de cabeça para o governo. Não sujam as estatísticas, pagam contas, contribuem com impostos exorbitantes... nós, os "avarage citizens" que cuidemos dos nossos próprios narizes.   O feijão com arroz e o circo o governo garante.

22 Maio, 2009

Without a Trace s03e07

Vi ontem este seriado, que é a continuação do 6. Dá pra considerar um duplo. 
No episódio 6, a equipe do Mallone investiga uma mãe solteira que desaparece após deixar o filho na babá no dia de folga da senhora.

Algum tempo depois descobre-se que a moça em questão servia de mula para tráfico de drogas - mais precisamente heroína. Desde o começo a Sam se envolve muito no caso, o que deixa a gente com uma pulga atrás da orelha. "O que eu perdi?" Fiquei me questionando se ela teria feito um aborto e as crianças teriam a mesma idade... mas no episódio 7 alguns flash backs explicam a situação. Ela, assim como o Danny, teve uma infância difícil, numa família bem pobre. A mãe dela não parecia ser muito participativa na vida dela, bem como a mulher desparecida com a criança...

No fatídico episódio7 a Sam resolve servir de isca para os traficantes e acaba se colocando uma situação de risco, ao defender uma colega de trabalho do marido violento. Obviamente o Fitzgerald não esconde a aflição com o risco ao qual a Sam se expõe, se envolve mais do que o normal no caso e acaba com o Jack sacando tudo.

A cara do La Paglia na cena final é impagável. BAITA ator. 

Fazendo juz: baita TIME de atores.

E o meu lado meigo torcendo a fu pelo casal Sam + Martin...

21 Maio, 2009

Suruba seriadística

Num dos episódios que assistimos ontem (é, o vício tá grande...), de Without a Trace, apareceram "Mama Petrelli", do Heroes e o "Charlie", do Californication!

É pra dar um nó no cérebro. 

20 Maio, 2009

Series Finale - Prison Break

Quem não assistiu ainda, melhor não ler.



SPOILERS



O T. Bag, pra variar, roubou a cena. O cara (se não ganhou nenhum) merecia um prêmio pela atuação como o estuprador brocha. As cenas dele "bulinando" a Sara e argumentando com o General foram muito boas.


Ainda na praia dos vilões, as tiradinhas ácidas da mama Christina Scofield foram ótimas. "Acho que você tirou o palitinho menor" e "Acho que no duelo natureza versus ambiente, está provado que a natureza vence", chamando o Burrows de burro! 

Momento plágio: o general sendo preso, aí chamam ele pelo nome e ele pede "General Krantz". Isso foi uma cópia da cena em que estão lendo os direitos do Jack Sparrow!!!

A volta do Kellerman eu achei desnecessária. Sério. Nem lembrava mais que esse cara existiu. Pra ser convincente aquela historinha de ONU, a mandachuva poderia ter sido a filha do General, já que ela tinha arregado para toda a matança promovida pela Companhia. Acho que ia
fazer mais sentido e não precisaria ressuscitar personagens há tanto esquecidos.

Adorei a volta do Sucre, já que ele foi uma peça importante no seriado todo e foi justo trazer ele para o fechamento do seriado. Não convenceu, por exemplo, aquele suposto amor todo do Burrows pela Sofia.

Momento economia de cachê: Maricruz e LJ nem deram as caras! :p

Morte do Michael: achei justo. Depois do Michael atirador, Michael homem-aranha, esse foi um fechamento justo. Desmascarou a cirurgia palhativa da Companhia, deu um final realista ao personagem.

Ouvi comentários de quem achou a cena do patinho no túmulo fraca, mas foi a cena que me derrubou. Foi linda a cena de todos indo visitar o túmulo dele - embora tenha dado pra sacar rápido qual era. Pra variar, os produtores de elenco matam a pau nos EUA. Quase sempre arranjam umas crianças que são umas miniaturas dos atures adultos. O filho do Scofield ficou ótimo!

Além disso a analogia do túmulo com o fim do seriado foi interesante tb. 

Enfim, gostei. Achei um episódio bom, mas como toda a temporada teve um nível muito bom, era difícil fazer um episódio que desse de goleada nos outros capítulos - diferente de House, que teve vários episódios mais ou menos e fechou com um muito acima da média dos demais.

13 Abril, 2009

F de faca, o de ovo, n de navio, s de sapo, e de escola, c de casa, a de amor! Fonseca! êêêê!!!!

25 Março, 2009

Uruca braba!

Não sei se eu já fale isso aqui, mas êta ano mais pesado esse 2009!
Eu geralmente simpatizo muito com números ímpares e, apesar dos pesares, os anos ímpares sempre foram bem significativos, só que esse 2009 está se superando.
Credo!

Vá de retro!